google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 MOVIMENTO CULTURAL PAPAXIBÉ: Brasil
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domingo, 1 de março de 2026

TRADICIONAL PESCA DO MAPARÁ NA CIDADE DE CAMETÁ-PA

Cametá deu a largada na pesca do mapará, um dos períodos mais aguardados do ano pelas comunidades ribeirinhas do município. Mais do que o início de uma nova safra, o momento representa a renovação de uma tradição histórica que atravessa gerações e sustenta centenas de famílias às margens do rio Tocantins.

Considerado símbolo cultural e econômico da região, o mapará é uma das principais bases da atividade pesqueira local. Com a liberação da pesca, aumenta a movimentação nos portos, feiras e mercados da cidade, impulsionando a geração de emprego e renda. Pescadores, marreteiros, comerciantes, donos de embarcações e trabalhadores informais passam a integrar uma cadeia produtiva que movimenta significativamente a economia municipal




Depois da Pesca é só aproveitar o Mapará como quiser...






terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

HISTÓRIAS AMAZÔNICAS...CIDADE DE CAMETÁ




      Cidade de Cametá

 No meio das águas barrentas do rio, lá vem ele… sentado no seu barquinho vermelho com o nome já dizendo tudo: “TO QUASE DUIDO”.

Seu Raimundo é daqueles ribeirinhos raiz, conhecido nas comunidades por nunca perder uma festa boa. Mas esse ano é diferente. Ele não tá indo vender peixe, nem fazer frete… ele tá vindo pra Cametá com um só objetivo: assistir o show do Alok no Carnaval.

Desde que ouviu falar que o DJ mais famoso do Brasil ia tocar na cidade, ele não fala de outra coisa. Diz que viu vídeo, ouviu as músicas no celular do neto e ficou encantado com as luzes, o som, aquela batida que faz o coração acelerar.

— “Rapaz… eu sou fã desse homem! Quando começa aquele tum-tum-tum eu fico é quase duido!” — ele diz, rindo, enquanto o barco corta o rio.

Saiu cedo da comunidade, ajeitou o motor, colocou gasolina extra e partiu. No caminho, já imaginando a Arena lotada, as luzes piscando no céu de Cametá, a multidão pulando. Ele nunca foi em um show daquele tamanho, mas garante:

— “Se for pra viver emoção, que seja grande! Eu tô quase duido pra ver esse Alok ao vivo!”

E assim ele chega, simples, sorridente, com o coração acelerado, pronto pra trocar o silêncio do rio pelo grave do som eletrônico.

Porque em Cametá, quando o Carnaval chama… até quem vive nas águas vem correndo.

E seu Raimundo?

Tá quase duido… mas é de alegria. 



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O CARNAVAL


A história do carnaval remonta a celebrações pagãs da Antiguidade na Babilônia, Grécia e Roma, ligando-se posteriormente à tradição católica como um período de "adeus à carne" (carne levale) antes da quaresma. No Brasil, a festa originou-se no século XVII com o entrudo português, evoluindo no século XX com a influência africana, o samba e o desfile das escolas de samba.


Principais Marcos da História do Carnaval:


Origens Antigas: Festas como as Sacéias (Babilônia) e os bacanais (greco-romanos) eram marcadas pela subversão de papéis sociais, onde prisioneiros agiam como reis e orgias ocorriam.

Influência Cristã: Com a expansão do cristianismo, a festa foi incorporada ao calendário litúrgico como uma "despedida" dos prazeres mundanos antes da Quaresma.

O Entrudo no Brasil: Trazido pelos portugueses no século XVII, o entrudo era uma brincadeira popular, muitas vezes violenta, onde pessoas jogavam água, farinha e sujeira umas nas outras.

Evolução (Séculos XIX-XX):

Século XIX: Surgimento dos bailes de máscaras e sociedades carnavalescas pela elite.

1848: José Nogueira de Azevedo Prates ("Zé Pereira") populariza blocos de rua com bumbos.

Século XX: O samba influencia a festa e, em 1928, nasce a primeira escola de samba, "Deixa Falar", no Rio de Janeiro.

Carnaval Contemporâneo: Oficializado e apoiado, tornou-se a maior festa popular brasileira, com variações regionais como frevo (Pernambuco) e afoxé (Bahia).



domingo, 18 de janeiro de 2026

CINEMA NACIONAL MAIS VALORIZADO...



 

Governo lançará plataforma de streaming Tela Brasil para estimular a difusão do audiovisual

O serviço reunirá curtas, médias e longas-metragens, além de obras seriadas,



sexta-feira, 14 de novembro de 2025

COP30 : UM MARCO PARA A HISTÓRIA DO BRASIL...

 


Sem dúvida alguma, a COP30 realizada em Belém do Pará se tornou um marco para a História do Brasil e principalmente para os povos da Amazônia.

Debater sobre a preservação do Planeta não tinha lugar mais adequado: a Amazônia, a maior floresta do mundo.

Belém do Pará foi premiada, a COP30 deixará um legado eterno à cidade.

Belém, se transformou na Capital do Brasil.

Milhares de pessoas de todas as partes do mundo conheceram um pouquinho da Amazônia, da cultura local, trocaram experiências das mais diversas formas.

Todos que vieram, vieram para tentar ainda salvar o nosso planeta de uma catástrofe, e isso é possível, com toda certeza.

Culturas se relacionaram.

Como isso é bonito, como isso é saudável!

Os povos da floresta se manifestaram, foram ouvidos, tiveram vez e voz.

O mundo precisa de mais experiências assim, ideias que revolucionem, que transformem e que sejam perenes.

Nós precisamos de um Planeta mais saudável e compete à nós mantê-lo assim para sempre!


Obrigado COP30 !

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

CURUPIRA: O MASCOTE DA COP30

 



O mascote da COP30 é o Curupira. A escolha do Curupira, personagem do folclore brasileiro conhecido por proteger as florestas, visa reforçar a importância da cultura amazônica e da sustentabilidade ambiental, além de celebrar a tradição da região. A COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) será realizada em Belém, no Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025.

O Curupira é uma figura lendária com pés virados para trás, que vive nas florestas e protege os animais e as plantas. A escolha do Curupira como mascote da COP30 busca conectar a identidade visual da conferência à cultura local e à proteção do meio ambiente, promovendo a valorização da Amazônia e de seus povos originários.

Além de sua função como mascote, o Curupira também tem sido utilizado para promover debates sobre a importância da preservação ambiental e a necessidade de soluções sustentáveis para o futuro. A divulgação do Curupira como mascote da COP30 reforça a preocupação com a biodiversidade e a cultura da região amazônica.

domingo, 8 de junho de 2025

A ORIGEM DA CAPOEIRA

 


A Origem na Capoeira, a arte marcial brasileira.

"Estudiosos e praticantes indagam constantemente a respeito das origens da capoeira, mas poucos conseguiram investigar sua formação para além das especulações disseminadas pelo senso comum.

A capoeira foi uma invenção do negro na África, onde existia como forma de dança ritualística. Escravos bantos levados de Angola para o Brasil trouxeram com eles um tipo caraterístico de luta corporal. A primeira documentação detalhada do final do século XVIII revela que essas práticas estavam associadas a homens escravizados. No século XVII, era costume dos povos pastores do sul da atual Angola, na África, comemorar a iniciação dos jovens à vida adulta com uma cerimônia chamada n'golo (que significa "zebra" em quimbundo).

Durante a cerimônia, os homens competiam numa luta animada pelo toque de atabaques em que ganhava quem conseguisse encostar o pé na cabeça do adversário. O vencedor tinha o direito de escolher, sem ter de pagar o dote, uma noiva entre as jovens que estavam sendo iniciadas à vida adulta. Com a chegada dos portugueses e a escravização dos povos africanos, esta luta terá sido introduzida no Brasil.

O N'golo ocorria durante a “Efundula” (festa da puberdade), onde os adolescentes formavam uma roda; com uma dupla ao cetro desferindo coices e cabeçadas um no outro, até que um era derrubado no solo, essa luta é oriunda das observações dos negros, dos machos das zebras nas disputas das fêmeas, no período do cio, onde os machos lutam com mordidas, cabeçadas e coices.

A teoria mais aceita é a de que a palavra deriva do tupi-guarani "kapu'era", que significa "mato que já foi", "mata rasa" ou "mata roçada", referindo-se às áreas de vegetação rala ou cortada onde os escravos fugidos e os indígenas se escondiam e praticavam a capoeira. O termo acabou ganhando igualmente uso pejorativo, documentado já em 1824, significando vadio, malandro ou malfeitor, caraterísticas que se atribuíam aos indivíduos destros nesse tipo de luta.

Temos agora uma idéia de como nasceu a capoeira: mistura de diversas lutas, danças, rituais e instrumentos musicais vindos de várias partes da África. Mistura realizada em solo brasileiro.

Formas muito semelhantes à capoeira, tanto em gestos quanto em ritmos, são conhecidas e praticadas na maioria dos países afetados pela colonização e pelo tráfico de escravos . Moring em Mayotte , Madagascar e Reunião , ladja (ou danmye, ag'ya) na Martinica e Guadalupe , maní em Cuba , pingue no Haiti , susa no Suriname , etc

Já existiam registros da prática da capoeira nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Recife desde o século XVIII, mas o grande aumento do número de escravos urbanos e da própria vida social nas cidades brasileiras deu à capoeira maior facilidade de difusão e maior notoriedade. No Rio de Janeiro, as aventuras dos capoeiristas eram de tal jeito que o governo, através da portarias como a de 31 de outubro de 1821, estabeleceu castigos corporais severos e outras medidas de repressão à prática de capoeira.

A capoeira também se assemelha muito, inclusive em seus rituais (a roda em torno dos lutadores, a orquestra, os instrumentos musicais tocados, etc.), à dança do leopardo praticada na África Ocidental pela sociedade secreta Poro e mais precisamente entre os Senoufos (atuais Costa do Marfim, Burkina, Mali, etc.) onde é chamada de Boloye .

Outra fonte afirma que o termo capoeira só mais tarde passou a descrever uma forma de luta popularmente chamada Brincadeira de Angola (jogo ou diversão de Angola), mantida em segredo durante a escravidão e que treinava escravos livres na arte do combate.

Outros acreditam que ela é completamente brasileira, pois nasceu em território brasileiro, embora seus criadores fossem escravos vindos da África.

Cartas do Jesuíta Antonio Gonçalves para os superiores de Lisboa, em 1735, descreve um luta que os índios praticavam antes de qualquer conflito, em forma de roda dois a dois usando os braços, pernas, cotoveladas, joelhadas, e usando todo corpo como armas (convento de Santo Inácio de Loyola, anais das missões no Brasil. Tomo III pág. 128).

O escritor Holandês Gaspar Barleus descreve no livro “Rerum Per Octenium in Brasília-1647, a luta dos índios tupis praticada no litoral brasileiro” chamado de Maraná, luta de guerra.

Com base no nome capoeira ser de origem tupi-guarani, (mato ralo que foi cortado) e que toda cultura África tem os seus nomes em idiomas africanos, como também as danças indígenas brasileiras são de forma de passadas idêntica a ginga da capoeira com “pé para frente e pé para traz”. “As lutas africanas são movimentadas lateralmente ou em formas de pulos altos, e só viram de frente na hora de dar cabeçadas contra o peito do outro que desejam derrubar, acontece-lhes chocarem-se fortemente cabeça contra cabeça, o que faz com que a brincadeira não raro degenere em briga e que as facas entrem em jogo ensanguentando-a.

Guilherme de Almeida, no livro música do Brasil, sustenta serem indígenas as raízes da capoeira; o Navegador Português Martins Afonso de Souza, observou tribos jogando capoeira.

Observando várias dúvidas dos folcloristas, pesquisadores e historiadores, provavelmente a Capoeira é a Fusão do N”Golo, trazida da África e o Maraná, existente no Brasil antes do Descobrimento."

Imagem: "Negros lutando, Brasil" (Negroes Fighting, Brazil) do artista Augustus Earle, datada de 1822, é uma das primeiras e mais importantes representações visuais da capoeira

Fonte: HISTÓRIA DA CAPOEIRA. Adriana Raquel Ritter Fontoura

quinta-feira, 10 de abril de 2025

O DIA DOS POVOS INDÍGENAS




"O Dia dos Povos Indígenas é celebrado em 19 de abril, sendo uma data de grande importância porque celebra a diversidade cultural dos povos indígenas no Brasil, além de contribuir para a preservação da cultura e da história desses povos. Essa data serve ainda como momento de reflexão sobre a luta contra o preconceito contra os indígenas e pela manutenção de seus direitos.


O Dia dos Povos Indígenas é uma data comemorativa criada durante o Estado Novo, em 1943, com o nome de Dia do Índio. A alteração no nome aconteceu por meio de uma lei sancionada em 2022. A criação dessa data se deu por conta de uma orientação de um evento que aconteceu em defesa dos povos indígenas no México, em 1940."


Mas existe também o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebração mundial que acontece anualmente no dia 09 de agosto.


 https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/19-abril-dia-Indio.htm

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

O QUE É CULTURA


Cultura: o que é, características, elementos e tipos

Daniela Diana
Daniela Diana 
Professora licenciada em Letras

Cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes.

Dessa forma, a cultura representa o patrimônio social de um grupo sendo a soma de padrões dos comportamentos humanos e que envolve: conhecimentos, experiências, atitudes, valores, crenças, religião, língua, hierarquia, relações espaciais, noção de tempo, conceitos de universo.

A cultura também pode ser definida como o comportamento por meio da aprendizagem social. Essa dinâmica faz dela uma poderosa ferramenta para a sobrevivência humana e tornou-se o foco central da antropologia desde os estudos do britânico Edward Tylor (1832-1917). Segundo ele:

"A cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade".

Características da Cultura

  • Determinada pelo conjunto de saberes, comportamentos e modos de fazer;
  • possui um caráter simbólico;
  • é adquirida por meio das relações sociais de um grupo;
  • é transmitida para gerações posteriores;
  • não é estática, sendo influenciada por novos hábitos.

Cultura na Sociologia

A cultura na sociologia representa o conjunto de saberes e tradições de um povo. Estes são produzidos pela interação social entre os indivíduos de uma comunidade ou sociedade.

A partir das necessidades humanas vão sendo moldados e criados padrões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.

drões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.Ao fazer juízo de valor sobre algum aspecto externo à sua cultura, podemos estar sendo etnocêntricos.

etnocentrismo ocorre quando consideramos nossos hábitos ou condutas superiores aos de outrem. Isso pode gerar preconceitos não fundamentados.

Leia tambémRelativismo Cultural

7 Tipos de Cultura

1. Cultura de Massa

A cultura de massa é o conjunto de ideias e valores que se desenvolve tendo como ponto de partida a mesma mídia, notícia, música ou arte. Ela é transmitida sem considerar as especificidades locais ou regionais.

A cultura de massa é usada para promover o consumismo entre os indivíduos, sendo um comportamento típico do capitalismo, que foi expandido de maneira drástica a partir dos séculos XIX e XX.

Veja tambémCultura de massa

2. Cultura Erudita

Diferente da cultura de massa, a cultura erudita é resultado do conhecimento adquirido por meio da pesquisa e do estudo nos mais diferentes campos.

Não é ofertado massivamente, está disponível a poucos e representa uma forma de diferenciação social permitida pelo acesso ao conhecimento. Como exemplos, temos as exposições artísticas, apresentações teatrais e os concertos.

Veja tambémCultura erudita

3. Cultura Popular

A cultura popular está intimamente relacionada com as tradições e aos saberes, os quais são determinados pelo povo.

Em oposição à cultura erudita, ela ocorre de forma espontânea e orgânica. Portanto, não está associada aos equipamentos culturais, como os museus, cinemas, bibliotecas, etc.

Exemplos: as festas, o folclore, o artesanato, as músicas e a dança.

Veja tambémCultura popular

4. Cultura Material

A cultura material representa o conjunto de patrimônio cultural e histórico formado por elementos concretos que ao longo de tempo foram construídos pelo ser humano.

Como exemplos de cultura material temos os elementos arquitetônicos (igrejas, museus, bibliotecas) e os objetos de uso pessoal e coletivo (obras de arte, utensílios, vestimenta).

Veja tambémPatrimônio Histórico

5. Cultura Imaterial

Diferente da cultura material, a cultura imaterial é formada pelos elementos intangíveis, que não podemos tocar.

Ela representa o conjunto de saberes, tradições, técnicas, hábitos, comportamentos, costumes e modos de fazer de um determinado grupo.

Considerada um patrimônio cultural transmitido entre gerações, temos como exemplos as lendas folclóricas, as feiras populares, os rituais, as danças, a culinária, etc.

Veja tambémCultura material e imaterial

6. Cultura Organizacional

A cultura organizacional, também chamada de "cultura corporativa", reúne um conjunto de elementos associados aos valores, missões e comportamentos de determinada organização.

Dentro do contexto da globalização e dos estudos mercadológicos, esse tipo de cultura foi criando padrões de funcionamento e operações, por exemplo, dentro de empresas ou outras organizações.

Veja tambémCultura organizacional

7. Cultura Corporal

A cultura corporal analisa o comportamento dos seres humanos em seus mais diferentes grupos. Ela reúne as práticas relacionadas ao movimento: danças, jogos, atividades, comportamento sexual e festividades.

Elementos da Cultura

Associada aos valores materiais e espirituais, os elementos culturais são:

1. Elementos da Cultura Material

Associada aos elementos tangíveis, concretos e palpáveis, construídos pelos seres humanos.

Como exemplos de cultura material podemos citar as construções e os objetos: museus, igrejas, obras de arte, vestuário, utensílios, etc.

2. Elementos da Cultura Imaterial

Relacionado com os elementos intangíveis e espirituais de um grupo, a cultura imaterial representa os saberes, os modos de fazer e os valores partilhados entre os membros de uma sociedade.

Como exemplos, podemos citar os rituais, as lendas, as festas, a linguagem, a culinária, etc.

Cultura Brasileira

cultura brasileira resulta da mistura de raças e etnias que constituem o país desde o descobrimento.

A diversidade cultural brasileira foi influenciada por quatro grandes grupos:

  • colonos portugueses;
  • os indígenas, que já viviam nesse território antes da chegada de Pedro Álvares Cabral;
  • os negros africanos escravizados;
  • os europeus, que chegaram principalmente ao fim do período de exploração da mão de obra não remunerada.

Diferente da maioria dos países que passaram pelo processo de colonização, o Brasil é marcado pela miscigenação, condição que influencia diretamente na cultura.

Há comportamentos que resultam da mistura de múltiplos grupos. Podemos ver essa realidade em festas, regras de etiqueta e crenças.

A língua portuguesa, que é um importante elemento da unidade nacional, também está entre os pontos de destaque da cultura brasileira.

Em consequência das dimensões geográficas, os diferentes grupos que se estabeleceram no país influenciaram a língua de maneira particular. Assim, há entonações e expressões que apontam as mais variadas regiões.

Embora seja a mesma, a língua é pronunciada de maneira diferente no Sul, no Sudeste, no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Todas diferem do português falado em Portugal.

Saiba mais sobre cultura: