Mais um Sucesso do Augustãoooooooooo
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Cametá deu a largada na pesca do mapará, um dos períodos mais aguardados do ano pelas comunidades ribeirinhas do município. Mais do que o início de uma nova safra, o momento representa a renovação de uma tradição histórica que atravessa gerações e sustenta centenas de famílias às margens do rio Tocantins.
Considerado símbolo cultural e econômico da região, o mapará é uma das principais bases da atividade pesqueira local. Com a liberação da pesca, aumenta a movimentação nos portos, feiras e mercados da cidade, impulsionando a geração de emprego e renda. Pescadores, marreteiros, comerciantes, donos de embarcações e trabalhadores informais passam a integrar uma cadeia produtiva que movimenta significativamente a economia municipalA história do carnaval remonta a celebrações pagãs da Antiguidade na Babilônia, Grécia e Roma, ligando-se posteriormente à tradição católica como um período de "adeus à carne" (carne levale) antes da quaresma. No Brasil, a festa originou-se no século XVII com o entrudo português, evoluindo no século XX com a influência africana, o samba e o desfile das escolas de samba.
Principais Marcos da História do Carnaval:
Origens Antigas: Festas como as Sacéias (Babilônia) e os
bacanais (greco-romanos) eram marcadas pela subversão de papéis sociais, onde
prisioneiros agiam como reis e orgias ocorriam.
Influência Cristã: Com a expansão do cristianismo, a festa
foi incorporada ao calendário litúrgico como uma "despedida" dos
prazeres mundanos antes da Quaresma.
O Entrudo no Brasil: Trazido pelos portugueses no século
XVII, o entrudo era uma brincadeira popular, muitas vezes violenta, onde
pessoas jogavam água, farinha e sujeira umas nas outras.
Evolução (Séculos XIX-XX):
Século XIX: Surgimento dos bailes de máscaras e sociedades
carnavalescas pela elite.
1848: José Nogueira de Azevedo Prates ("Zé
Pereira") populariza blocos de rua com bumbos.
Século XX: O samba influencia a festa e, em 1928, nasce a
primeira escola de samba, "Deixa Falar", no Rio de Janeiro.
Carnaval Contemporâneo: Oficializado e apoiado, tornou-se a
maior festa popular brasileira, com variações regionais como frevo (Pernambuco)
e afoxé (Bahia).
A Marujada em Bragança (Pará) é uma tradicional e vibrante
manifestação cultural e religiosa de São Benedito, que acontece principalmente
em dezembro, culminando no dia 26, com danças, fé, música e rituais que
envolvem a comunidade, expressando identidade local e devoção, sendo
reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN. A festa mistura
elementos católicos com a cultura popular, destacando-se o uso de branco e azul
no dia 25 e vermelho e branco no dia 26, com marujos descalços dançando o retumbão
em volta da Igreja de São Benedito, em frente ao Rio Caeté.
Principais Características:
Origem: Século XVIII, ligada à irmandade de São Benedito, o
primeiro santo negro, com raízes na cultura afro-brasileira.
Período: De 18 a 26 de dezembro, com uma programação intensa
que inclui missas, procissões e apresentações culturais.
Cores: Azul e branco (25/12) para remeter ao nascimento de
Jesus, e vermelho e branco (26/12) para homenagear São Benedito, com fitas coloridas,
flores e chapéus enfeitados.
Dança: O Retumbão é a dança mais emblemática, com marujos e
marujas descalços, expressando alegria e fé.
Cavalhada: Competição tradicional onde marujos competem em
jogos, simbolizando batalhas de mouros e cristãos, com roupas azul e vermelho.
Encerramento: No dia 26, um grande abraço coletivo ao redor
da Igreja de São Benedito, com todos de mãos dadas, finaliza a festa.
Reconhecimento: Em 2024, as Marujadas de São Benedito no
Pará foram reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN,
valorizando sua importância cultural e social.
A Marujada de Bragança é um evento que une tradição, fé e
cultura popular, transmitindo valores e fortalecendo laços comunitários através
das gerações.
Foto: Rogerio Uchöa / Ag. Para
O Círio Fluvial é a Romaria Fluvial, uma das mais
tradicionais procissões do Círio de Nazaré, em que a imagem de Nossa Senhora é
transportada por um grande número de barcos na Baía do Guajará, em Belém do
Pará. Essa celebração acontece no sábado que antecede a grande procissão
principal e é uma forma de aproximar os moradores da cidade e das comunidades
ribeirinhas do festejo religioso.
Como acontece
Data: O Círio Fluvial ocorre no sábado antes da Procissão
Principal do Círio de Nazaré. Em 2025, está marcado para 11 de outubro.
Percurso: A procissão fluvial começa no Trapiche de Icoaraci
e segue pela Baía do Guajará, terminando na Escadinha do Cais do Porto de
Belém.
Participação: A Romaria Fluvial é composta por diversas
embarcações, desde as mais simples até as mais elaboradas, que carregam a
Imagem Peregrina.
Organização: A organização é feita em conjunto pela Marinha
do Brasil, a Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) e a Secretaria de Estado de
Turismo (Setur).
Via Movimento Cultural I Love Sacramenta
É tradição principalmente no mês de junho, que todo o Pará se envolva nas tradicionais Festas Juninas. Assim como no Nordeste brasileiro, as quadrilhas são executadas com toda força, mas aqui no Pará tem suas peculiaridades e suas tradições também culturais.
Um exemplo característicos são as danças e as canções populares do Pará e da Amazônia, como o Carimbó, o Siriá, O Retumbão, a Marujada, a Lambada Paraense, etc.
No vídeo temos uma mostra dessas tradições culturais.
É comum nessa época passarmos pelas ruas e comércios da cidade e vermos além dos enfeites juninos apresentações de Grupos Folclóricos com danças e músicas típicas do Pará.
CARIMBÓ EM FRENTE UM MINIMERCADO NO BAIRRO DA SACRAMENTA EM BELÉM DO PARÁ.
Patrimônio cultural do Brasil, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as Marujadas de Bragança, no nordeste do Pará, vão até (26 de Dezembro) fazendo homenagens a São Benedito, o "santo negro" e padroeiro dos escravos.
A festividade chega à edição de número 226ª e atrai multidão às ruas de Bragança. Um dos ápices é no dia de Natal, 25 de dezembro -
Um elemento relacionado à devoção de São Benedito é a estátua no mirante que domina a vista do rio Caeté, na localidade de Camutá, em Bragança.
A festividade dura nove dias, com missas, novenas, ladainhas, procissões nas águas e em solo, programação cultural e apresentações da Marujada.
No dia do Natal, todos se vestem de azul e branco e a imagem de Jesus criança é carregada no colo pelo padroeiro. Ainda neste dia, os cavalheiros saem vestidos de azul e vermelho para competições.
As Marujadas ocorrem também em outros municípios da Zona Bragantina, como Augusto Corrêa, Capanema, Primavera, Quatipuru e Tracuateua; e em outras regiões. Tem Marujada, por exemplo, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.
Também, as Mulheres Empreendedoras da Sacramenta mostraram seus trabalhos e fizeram bons negócios.
Está de Parabéns a coordenação do Movimento Cultural I Love Sacramenta que criou e preparou esse evento cultural, social e de empreendedorismo.
O nosso Movimento Papaxibé fica feliz em ter colaborado com esse Evento e outros mais, podem contar conosco. Afinal, nosso objetivo é fomentar a Cultura Popular onde tiver!