ACESSE NOSSAS PÁGINAS!
- ASSISTA AQUI NOSSOS VÍDEOS SHOWS
- ACESSE AQUI NOSSO INSTAGRAM
- VEJA AQUI AS OUTRAS PUBLICAÇÕES DO BLOGGER
- SAMBAS E O NOSSO BLOCO PAPAXIBÉ
- RETROSPECTIVA DOS 10 ANOS DO MOVIMENTO
- EVENTOS EM ESCOLAS
- APOIO AO SAMBA E SAMBISTAS
- BLOGGER SUGERIDO VOCÊ ACESSAR
- PARCERIAS
- APRENDA MATEMÁTICA AGORA
- CONHEÇA O MOVIMENTO CULTURAL I LOVE SACRAMENTA
- CURIOSIDADES & CIA
quinta-feira, 9 de julho de 2026
VOU AO RUMO DE BELÉM...
sábado, 13 de junho de 2026
HOMENAGEM AO RIO GUAMÁ
segunda-feira, 4 de maio de 2026
segunda-feira, 9 de março de 2026
XOTE DA EMBARCAÇÂO...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
HISTÓRIAS AMAZÔNICAS...CIDADE DE CAMETÁ
Cidade de Cametá
Seu Raimundo é daqueles ribeirinhos raiz, conhecido nas
comunidades por nunca perder uma festa boa. Mas esse ano é diferente. Ele não
tá indo vender peixe, nem fazer frete… ele tá vindo pra Cametá com um só
objetivo: assistir o show do Alok no Carnaval.
Desde que ouviu falar que o DJ mais famoso do Brasil ia
tocar na cidade, ele não fala de outra coisa. Diz que viu vídeo, ouviu as músicas
no celular do neto e ficou encantado com as luzes, o som, aquela batida que faz
o coração acelerar.
— “Rapaz… eu sou fã desse homem! Quando começa aquele
tum-tum-tum eu fico é quase duido!” — ele diz, rindo, enquanto o barco corta o
rio.
Saiu cedo da comunidade, ajeitou o motor, colocou gasolina
extra e partiu. No caminho, já imaginando a Arena lotada, as luzes piscando no
céu de Cametá, a multidão pulando. Ele nunca foi em um show daquele tamanho,
mas garante:
— “Se for pra viver emoção, que seja grande! Eu tô quase
duido pra ver esse Alok ao vivo!”
E assim ele chega, simples, sorridente, com o coração
acelerado, pronto pra trocar o silêncio do rio pelo grave do som eletrônico.
Porque em Cametá, quando o Carnaval chama… até quem vive nas
águas vem correndo.
E seu Raimundo?
domingo, 11 de janeiro de 2026
HOMENAGEM PELO ANIVERSÁRIO DE BELÉM DO PARÁ...
Fundação: 12 de janeiro de 1616
Em 2026 : 410 anos
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
A MARUJADA EM BRAGANÇA-PA
A Marujada em Bragança (Pará) é uma tradicional e vibrante
manifestação cultural e religiosa de São Benedito, que acontece principalmente
em dezembro, culminando no dia 26, com danças, fé, música e rituais que
envolvem a comunidade, expressando identidade local e devoção, sendo
reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN. A festa mistura
elementos católicos com a cultura popular, destacando-se o uso de branco e azul
no dia 25 e vermelho e branco no dia 26, com marujos descalços dançando o retumbão
em volta da Igreja de São Benedito, em frente ao Rio Caeté.
Principais Características:
Origem: Século XVIII, ligada à irmandade de São Benedito, o
primeiro santo negro, com raízes na cultura afro-brasileira.
Período: De 18 a 26 de dezembro, com uma programação intensa
que inclui missas, procissões e apresentações culturais.
Cores: Azul e branco (25/12) para remeter ao nascimento de
Jesus, e vermelho e branco (26/12) para homenagear São Benedito, com fitas coloridas,
flores e chapéus enfeitados.
Dança: O Retumbão é a dança mais emblemática, com marujos e
marujas descalços, expressando alegria e fé.
Cavalhada: Competição tradicional onde marujos competem em
jogos, simbolizando batalhas de mouros e cristãos, com roupas azul e vermelho.
Encerramento: No dia 26, um grande abraço coletivo ao redor
da Igreja de São Benedito, com todos de mãos dadas, finaliza a festa.
Reconhecimento: Em 2024, as Marujadas de São Benedito no
Pará foram reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN,
valorizando sua importância cultural e social.
A Marujada de Bragança é um evento que une tradição, fé e
cultura popular, transmitindo valores e fortalecendo laços comunitários através
das gerações.
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
COP30 : UM MARCO PARA A HISTÓRIA DO BRASIL...
Sem dúvida alguma, a COP30 realizada em Belém do Pará se tornou um marco para a História do Brasil e principalmente para os povos da Amazônia.
Debater sobre a preservação do Planeta não tinha lugar mais adequado: a Amazônia, a maior floresta do mundo.
Belém do Pará foi premiada, a COP30 deixará um legado eterno à cidade.
Belém, se transformou na Capital do Brasil.
Milhares de pessoas de todas as partes do mundo conheceram um pouquinho da Amazônia, da cultura local, trocaram experiências das mais diversas formas.
Todos que vieram, vieram para tentar ainda salvar o nosso planeta de uma catástrofe, e isso é possível, com toda certeza.
Culturas se relacionaram.
Como isso é bonito, como isso é saudável!
Os povos da floresta se manifestaram, foram ouvidos, tiveram vez e voz.
O mundo precisa de mais experiências assim, ideias que revolucionem, que transformem e que sejam perenes.
Nós precisamos de um Planeta mais saudável e compete à nós mantê-lo assim para sempre!
Obrigado COP30 !
domingo, 5 de outubro de 2025
O CÍRIO FLUVIAL
Foto: Rogerio Uchöa / Ag. Para
O Círio Fluvial é a Romaria Fluvial, uma das mais
tradicionais procissões do Círio de Nazaré, em que a imagem de Nossa Senhora é
transportada por um grande número de barcos na Baía do Guajará, em Belém do
Pará. Essa celebração acontece no sábado que antecede a grande procissão
principal e é uma forma de aproximar os moradores da cidade e das comunidades
ribeirinhas do festejo religioso.
Como acontece
Data: O Círio Fluvial ocorre no sábado antes da Procissão
Principal do Círio de Nazaré. Em 2025, está marcado para 11 de outubro.
Percurso: A procissão fluvial começa no Trapiche de Icoaraci
e segue pela Baía do Guajará, terminando na Escadinha do Cais do Porto de
Belém.
Participação: A Romaria Fluvial é composta por diversas
embarcações, desde as mais simples até as mais elaboradas, que carregam a
Imagem Peregrina.
Organização: A organização é feita em conjunto pela Marinha
do Brasil, a Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) e a Secretaria de Estado de
Turismo (Setur).
domingo, 7 de setembro de 2025
DIALETO PAPAXIBÉ...
terça-feira, 26 de agosto de 2025
LUTO: OBRIGADO MESTRE DAMASCENO...
LUTO
A música, o carimbó e a poesia do Marajó perderam nesta
terça-feira (26) uma de suas vozes mais emblemáticas. Mestre Damasceno faleceu
aos 71 anos, em um hospital particular de Belém, em decorrência de pneumonia e
insuficiência renal. Homenageado da 28ª edição da Feira Pan-Amazônica do Livro
deste ano, a família do mestre já havia pedido orações nas redes sociais pela
saúde dele na última sexta-feira .
O artista estava internado desde a quarta-feira, 6 de
agosto, no Hospital Ophir Loyola. Em
junho deste ano, havia sido diagnosticado com câncer em estágio de metástase.
Antes, chegou a ficar hospitalizado em Salvaterra, onde morava, e no Hospital
Jean Bitar, também na capital paraense.
LEIA AQUI A HISTÓRIA DO MESTRE DAMASCENO
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
CURUPIRA: O MASCOTE DA COP30
O Curupira é uma figura lendária com pés virados para trás,
que vive nas florestas e protege os animais e as plantas. A escolha do Curupira
como mascote da COP30 busca conectar a identidade visual da conferência à
cultura local e à proteção do meio ambiente, promovendo a valorização da
Amazônia e de seus povos originários.
Além de sua função como mascote, o Curupira também tem sido
utilizado para promover debates sobre a importância da preservação ambiental e
a necessidade de soluções sustentáveis para o futuro. A divulgação do Curupira
como mascote da COP30 reforça a preocupação com a biodiversidade e a cultura da
região amazônica.
sábado, 12 de julho de 2025
PARA QUEM É PAPAXIBÉ
sexta-feira, 13 de junho de 2025
CARIMBÓ EM BELÉM DO PARÁ (VÍDEO SHOW)
Via Movimento Cultural I Love Sacramenta
É tradição principalmente no mês de junho, que todo o Pará se envolva nas tradicionais Festas Juninas. Assim como no Nordeste brasileiro, as quadrilhas são executadas com toda força, mas aqui no Pará tem suas peculiaridades e suas tradições também culturais.
Um exemplo característicos são as danças e as canções populares do Pará e da Amazônia, como o Carimbó, o Siriá, O Retumbão, a Marujada, a Lambada Paraense, etc.
No vídeo temos uma mostra dessas tradições culturais.
É comum nessa época passarmos pelas ruas e comércios da cidade e vermos além dos enfeites juninos apresentações de Grupos Folclóricos com danças e músicas típicas do Pará.
CARIMBÓ EM FRENTE UM MINIMERCADO NO BAIRRO DA SACRAMENTA EM BELÉM DO PARÁ.
terça-feira, 6 de maio de 2025
VENHA DANÇAR ESSE CARIMBÓ
quinta-feira, 10 de abril de 2025
O DIA DOS POVOS INDÍGENAS
"O Dia dos Povos Indígenas é celebrado em 19 de abril, sendo uma data de grande importância porque celebra a diversidade cultural dos povos indígenas no Brasil, além de contribuir para a preservação da cultura e da história desses povos. Essa data serve ainda como momento de reflexão sobre a luta contra o preconceito contra os indígenas e pela manutenção de seus direitos.
O Dia dos Povos Indígenas é uma data comemorativa criada durante o Estado Novo, em 1943, com o nome de Dia do Índio. A alteração no nome aconteceu por meio de uma lei sancionada em 2022. A criação dessa data se deu por conta de uma orientação de um evento que aconteceu em defesa dos povos indígenas no México, em 1940."
Mas existe também o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebração mundial que acontece anualmente no dia 09 de agosto.
https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/19-abril-dia-Indio.htm
quinta-feira, 6 de março de 2025
O MESTRE DAMASCENO
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
A TRADICIONAL CHUVA DE BELÉM DO PARÁ
Mas há um período do ano que vai de outubro até abril que chove muito mais, chamado de inverno amazônico.
Belém é abençoada pelas chuvas e que tem hora certa sim para cair durante o ano todo...Com mais frequência no turno da tarde entre 14h e 16h.
Mas, como já falamos, durante o inverno amazônico, pode cair a qualquer hora do dia ou o dia inteiro. Aqui, isso é normal. Quem nasceu e cresceu aqui ou que vem de fora já se acostumou com essa rotina de chuvas.
Então, porque muitas pessoas ainda reclamam das chuvas...?!
Ela já estava aqui muito antes de nós e vai ficar para sempre, é o que esperamos, se não desmatarem tudo ou o clima da terra ficar muito mais desequilibrado.
Alaga, alaga com certeza...Mas só fica muito mais alagado na cidade onde não se respeita o meio ambiente ou não se trata dos esgotos, do lixo, do mal comportamento das pessoas, etc...
Então, parem de culpar a chuva ok
E fique atento para marcar seu encontro ou sua atividade, antes ou depois da chuva.
É tradição Aqui!
Professor de História e Estudos Amazônicos formado pela UFPa e Pós Graduado
CLIQUE E LEIA A MATÉRIA ABAIXO
sexta-feira, 3 de janeiro de 2025
A MARUJADA
Patrimônio cultural do Brasil, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as Marujadas de Bragança, no nordeste do Pará, vão até (26 de Dezembro) fazendo homenagens a São Benedito, o "santo negro" e padroeiro dos escravos.
A festividade chega à edição de número 226ª e atrai multidão às ruas de Bragança. Um dos ápices é no dia de Natal, 25 de dezembro -
Um elemento relacionado à devoção de São Benedito é a estátua no mirante que domina a vista do rio Caeté, na localidade de Camutá, em Bragança.
A festividade dura nove dias, com missas, novenas, ladainhas, procissões nas águas e em solo, programação cultural e apresentações da Marujada.
No dia do Natal, todos se vestem de azul e branco e a imagem de Jesus criança é carregada no colo pelo padroeiro. Ainda neste dia, os cavalheiros saem vestidos de azul e vermelho para competições.
As Marujadas ocorrem também em outros municípios da Zona Bragantina, como Augusto Corrêa, Capanema, Primavera, Quatipuru e Tracuateua; e em outras regiões. Tem Marujada, por exemplo, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.
quinta-feira, 22 de agosto de 2024
O DIA DO FOLCLORE
Lendas
- Negrinho do Pastoreio
- Boto Cor de Rosa
- Curupira
- Boitatá
- Saci
Canções
- Peixe-Vivo
- Cai,cai balão
- Fui no Tororó
- O Cravo e a Rosa
- Caranguejo não é Peixe
Festas
- Reisado
- Festas juninas
- Procissão Marítima de São Pedro
- Festa de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém
- Boi-bumbá
Danças
- Maracatu
- Umbigada
- Tambor de Crioula
- Jongo
- Pau de Fitas
Costumes e Crendices
- Ao sentir a orelha arder, atribuir a que alguém esteja falando mal de você.
- Jogar um pouco de cachaça no chão 'para o santo' antes de tomá-la.
- Saltar sete ondas na noite do dia 31 de janeiro, pois isso traria boa sorte.
Origem do Dia do Folclore
Atividades para o Dia do Folclore
- Ler lendas folclóricas em sala de aula;
- Fazer uma adaptação de uma lenda folclórica em forma de teatro ou musical;
- Reescrever um conto folclórico;
- Aprender sobre a história do folclore e sua importância para a sociedade;
- Apresentar danças temáticas folclóricas;
- Preparar um prato típico folclórico;
















