google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 MOVIMENTO CULTURAL PAPAXIBÉ: Paraense
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terça-feira, 26 de agosto de 2025

LUTO: OBRIGADO MESTRE DAMASCENO...




LUTO

 

A música, o carimbó e a poesia do Marajó perderam nesta terça-feira (26) uma de suas vozes mais emblemáticas. Mestre Damasceno faleceu aos 71 anos, em um hospital particular de Belém, em decorrência de pneumonia e insuficiência renal. Homenageado da 28ª edição da Feira Pan-Amazônica do Livro deste ano, a família do mestre já havia pedido orações nas redes sociais pela saúde dele na última sexta-feira .

O artista estava internado desde a quarta-feira, 6 de agosto,  no Hospital Ophir Loyola. Em junho deste ano, havia sido diagnosticado com câncer em estágio de metástase. Antes, chegou a ficar hospitalizado em Salvaterra, onde morava, e no Hospital Jean Bitar, também na capital paraense.


LEIA AQUI A HISTÓRIA DO MESTRE DAMASCENO





terça-feira, 26 de março de 2024

VEM VER O VER-O-PESO...

 



Para quem não sabe, o dia 27 de março, é o dia do Aniversário do Complexo do Ver-O-Peso em Belém do Pará.

Em 2024, o mais famoso cartão postal de Belém do Pará, completa 397 anos.




O Ver-O-Peso é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina.


Sem dúvida alguma, quem nunca visitou o Ver-O-Peso perde a oportunidade de conhecer a cultura amazônica e regional. Perde a oportunidade de conhecer os sabores, cheiros, variedades de frutas, variedades culturais, linguagens, hábitos ,costumes, crenças, vestimentas, artesanatos, sentir o pitiú e por aí vai.




É um local de encontro , de lazer, de entretenimento e de reencontro para os que são daqui e que voltam a visitar a terra natal para se reabastecer do que há de bom e de melhor em nossa cultura.

Os estrangeiros e turistas de outros estados do Brasil ficam fascinados com o local e sua energia.

Uma visitinha nas erveiras é fundamental.

Tomar um açaí com peixe frito é colossal.


Vem Ver O Ver-Peso

Essa canção abaixo retrata muito bem isso!




Apoio Cultural :

Estamos há 10 Anos no Mercado com Confiabilidade Garantida!

Quando personalizamos uma caneca, estamos colocando nela uma identidade de valor. Há a agregação de significado, utilidade e valor ao que é personalizado. Em razão disso é que cada vez mais os  personalizados são desejados.




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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

10 ANOS DO MOVIMENTO CULTURAL PAPAXIBÉ

 


Agradecemos à Deus por essa data tão especial e à todos aqueles e aquelas que colaboraram e colaboram conosco para fazer a Cultura brilhar cada vez mais!

Obrigadão!

domingo, 23 de janeiro de 2022

MANIÇOBA E COMO PREPARAR



 

Prato típico do Pará, a maniçoba ficou conhecida como 'a feijoada sem feijão': no lugar da leguminosa, o ensopado com carnes de porco leva a maniva, a folha da mandioca triturada

Anna Maria Martins, do restaurante Lá em Casa de Belém, é a autora desta receita de maniçoba. A chef define o prato típico do Pará como "uma feijoada sem feijão". Ao todo, são necessários sete dias para ficar pronta, e é tradicionalmente servida com arroz branco, farinha d'água e uma pimenta de cheiro. 


Preparo

1
Pique as folhas de mandioca sem os talos e moa muito bem em um moedor de carne, até da 6 kg.
2
Coloque a maniva moída em uma panela grande com bastante água, leve para cozinhar em fogo brando e deixe ferver durante 72 horas. Mexa de vez em quando, dando pelo menos três boas mexidas por período - manhã, tarde e noite (isto é feito para que as folhas não grudem na panela). Coloque sempre água, pois a massa não pode ficar seca. Quando for dormir, complete a água novamente e deixe o fogo mais baixo possível. 
3
No quarto dia de cozimento da maniva, coloque as carnes salgadas e o charque (separadamente) de molho para tirar o excesso de sal. Ficam de fora apenas o paio, o chouriço, a línguiça e o bucho de boi. 
4
No quinto dia, corte em pedaços médios o bucho de boi e escalde muito bem para tirar todo o cheiro. Corte também em tamanhos médios as carnes salgadas, lave bem e afervente. Junte tudo e coloque no panelão em que a maniva continua fervendo por mais 48 horas.
5
No sexto dia, corte em rodelas o paio, o chouriço e a linguiça e colque para ferver junto a maniva e as outras carnes.
6
No sétimo dia a maniçoba já está pronta, e fica como se fosse uma feijoada.



APOIO CULTURAL