Fundação: 12 de janeiro de 1616
Em 2026 : 410 anos
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Fundação: 12 de janeiro de 1616
Em 2026 : 410 anos
A Marujada em Bragança (Pará) é uma tradicional e vibrante
manifestação cultural e religiosa de São Benedito, que acontece principalmente
em dezembro, culminando no dia 26, com danças, fé, música e rituais que
envolvem a comunidade, expressando identidade local e devoção, sendo
reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN. A festa mistura
elementos católicos com a cultura popular, destacando-se o uso de branco e azul
no dia 25 e vermelho e branco no dia 26, com marujos descalços dançando o retumbão
em volta da Igreja de São Benedito, em frente ao Rio Caeté.
Principais Características:
Origem: Século XVIII, ligada à irmandade de São Benedito, o
primeiro santo negro, com raízes na cultura afro-brasileira.
Período: De 18 a 26 de dezembro, com uma programação intensa
que inclui missas, procissões e apresentações culturais.
Cores: Azul e branco (25/12) para remeter ao nascimento de
Jesus, e vermelho e branco (26/12) para homenagear São Benedito, com fitas coloridas,
flores e chapéus enfeitados.
Dança: O Retumbão é a dança mais emblemática, com marujos e
marujas descalços, expressando alegria e fé.
Cavalhada: Competição tradicional onde marujos competem em
jogos, simbolizando batalhas de mouros e cristãos, com roupas azul e vermelho.
Encerramento: No dia 26, um grande abraço coletivo ao redor
da Igreja de São Benedito, com todos de mãos dadas, finaliza a festa.
Reconhecimento: Em 2024, as Marujadas de São Benedito no
Pará foram reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN,
valorizando sua importância cultural e social.
A Marujada de Bragança é um evento que une tradição, fé e
cultura popular, transmitindo valores e fortalecendo laços comunitários através
das gerações.
Sem dúvida alguma, a COP30 realizada em Belém do Pará se tornou um marco para a História do Brasil e principalmente para os povos da Amazônia.
Debater sobre a preservação do Planeta não tinha lugar mais adequado: a Amazônia, a maior floresta do mundo.
Belém do Pará foi premiada, a COP30 deixará um legado eterno à cidade.
Belém, se transformou na Capital do Brasil.
Milhares de pessoas de todas as partes do mundo conheceram um pouquinho da Amazônia, da cultura local, trocaram experiências das mais diversas formas.
Todos que vieram, vieram para tentar ainda salvar o nosso planeta de uma catástrofe, e isso é possível, com toda certeza.
Culturas se relacionaram.
Como isso é bonito, como isso é saudável!
Os povos da floresta se manifestaram, foram ouvidos, tiveram vez e voz.
O mundo precisa de mais experiências assim, ideias que revolucionem, que transformem e que sejam perenes.
Nós precisamos de um Planeta mais saudável e compete à nós mantê-lo assim para sempre!
Obrigado COP30 !
Foto: Rogerio Uchöa / Ag. Para
O Círio Fluvial é a Romaria Fluvial, uma das mais
tradicionais procissões do Círio de Nazaré, em que a imagem de Nossa Senhora é
transportada por um grande número de barcos na Baía do Guajará, em Belém do
Pará. Essa celebração acontece no sábado que antecede a grande procissão
principal e é uma forma de aproximar os moradores da cidade e das comunidades
ribeirinhas do festejo religioso.
Como acontece
Data: O Círio Fluvial ocorre no sábado antes da Procissão
Principal do Círio de Nazaré. Em 2025, está marcado para 11 de outubro.
Percurso: A procissão fluvial começa no Trapiche de Icoaraci
e segue pela Baía do Guajará, terminando na Escadinha do Cais do Porto de
Belém.
Participação: A Romaria Fluvial é composta por diversas
embarcações, desde as mais simples até as mais elaboradas, que carregam a
Imagem Peregrina.
Organização: A organização é feita em conjunto pela Marinha
do Brasil, a Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) e a Secretaria de Estado de
Turismo (Setur).
LUTO
A música, o carimbó e a poesia do Marajó perderam nesta
terça-feira (26) uma de suas vozes mais emblemáticas. Mestre Damasceno faleceu
aos 71 anos, em um hospital particular de Belém, em decorrência de pneumonia e
insuficiência renal. Homenageado da 28ª edição da Feira Pan-Amazônica do Livro
deste ano, a família do mestre já havia pedido orações nas redes sociais pela
saúde dele na última sexta-feira .
O artista estava internado desde a quarta-feira, 6 de
agosto, no Hospital Ophir Loyola. Em
junho deste ano, havia sido diagnosticado com câncer em estágio de metástase.
Antes, chegou a ficar hospitalizado em Salvaterra, onde morava, e no Hospital
Jean Bitar, também na capital paraense.
LEIA AQUI A HISTÓRIA DO MESTRE DAMASCENO